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segunda-feira, junho 30, 2003

Epistularum

O ThomazxCunhal descreve o blogue deste vosso criado como "o ecletismo pindérico". Não Compreendemos. Eclético porquê?

domingo, junho 29, 2003

Nuntium afferre

O Blogo.no.sapo pôs o latinista ilustre na secção Artes e Letras. Faz sentido, mas ambicioso mesmo seria colocar um blogue sobre uma língua morta na secção Actualidades!

Assim, respondendo ao desafio do Governo à função pública, passo também a Gerir-me Por Objectivos. Quero ser Actualidade, passo a dar as notícias:
Começando sobre os novos B.I. da União Europeia.

DE NOVO SYNGRAPHI GENERE
Anno proxime futuro syngraphi civium Unionis Europaeae signo identitatis biometrico instruentur. Ratio renovationis talis est, ut novis syngraphis frustulum annectatur, in quo non solum imago viatoris, sed etiam impressio eius digitalis reposita sit. Moderatores Unionis Europaeae hunc usum hortatu Civitatum Americae Unitarum approbare decreverunt. Americani enim sibi meliorem facultatem identitatis peregrinorum agnoscendae postulaverunt, ut terroristas finibus suis efficacius prohiberent

Epistularum

Recebi um mail a perguntar se eu seria o Vasco da Graça Moura. Cara amiga, o VGM nunca poderia ser o Latinista.
Ora vejamos: eu raramente coloco entradas neste diário, fosse o VGM e seríam às dúzias, por dia; Apesar de uma vez ter colocado uns versos em francês, se fosse o VGM não teria resistido a traduzi-los; Ainda não escrevi nada em italiano, fosse o VGM estaria este blogue carregado de traduções do latim e do italiano renascentista; Nunca escrevi aqui um poema meu, em língua alguma, morta ou viva, fosse o VGM já cá cantaria um soneto em Linear B.
Dito isto, foi o melhor elogio que recebi. Obrigado.

A querida Charlote escreveu que:
"as palavras não se trocam; mudam, sofrem influências, mas não me parece que se substituam." Concordo absolutamente. Mas no caso grego isso não me parece verdade. Houve substituições forçadas da linguagem, inclusive várias revisões da Constituição para definir legislativamente qual a língua helénica. Quanto à sua pergunta, estou atolado nos livros do Rodrigo Sá Nogueira, à procura da resposta. Parece-me que, primeiro, temos de alterar a ortografia estrangeira e assumir o Blogue. O RSN assim o exigiria!

sexta-feira, junho 27, 2003

Verba Volant, Bloga Manent
(As palavras voam mas os blogs permanecem)

A Charlotte comenta a maneira do grego moderno se adaptar às novas palavras. No latim é costume utilizar semelhanças conceptuais (mas também quase ninguém fala normalmente latim, a não ser uns escandinavos loucos, mas isso será outro post).
Desde de que comecei este blog que ando à  procura de uma tradução apropriada...
Estes, pelo contrário, fizeram o mesmo que o dito grego moderno - adaptaram:
"David and I spent a lot of time wondering about the Latin for blog. We figured it's a verb: blogo, blogere, blogui, blogitum. (I need to check with him; may have gotten the third principal part wrong there"

Mais dois comentários:

Os autores desta "declinação", nestapágina são responsáveis por esta outra. Aqui se vê erudição, como diriam os meus vizinhos fedorentos.

O outro comentário é sobre o grego moderno (que, como o antigo, é para mim, proverbialmente, grego). Já me parece mal trocar ôon por avgo e hydor já não existir, mas não havia nenhuma palavra em grego para documentário? Tinha de se ir adaptar a ntokumantaí? Curiosamente, tenho a impressão que o grego moderno foi buscar muitas palavras ao latim, via italiano, estou certo?
De qualquer forma, muito obrigado pela simpática referência.

Porculatio!

Em vários filmes americanos é referido o uso de pig-latin.
Esta maravilhoso lingo é, principalmente, utilizado por adolescentes para falarem de maneira incompreensí­vel (ou pelos seus pais para impressionar os filhos). A sonoridade é parecida com a que se ouviria nas solenes missas pré-conciliares.
Não sei onde e quando começou esta linguagem muito simples:
Para as palavras que começam com uma consoante (seguida de vogal), retirar a primeira letra - que é acopolada ao sufixo ay. Assim Pig transforma-se em Ig-pay, Latim em Atim-lay, etc..
Para as palavras iniciadas por mais de uma consoante, começa-se pela primeira vogal que é seguida pelo grupo de consoantes acopolado ao"ay". Assim Grave fica Ave-gray, Trap Ap-tray.
Mas existem variantes.

Como qualquer linguagem que se preze, houve já quem fizesse a tradução da Bí­blia para pig latin!

Algumas palavras podem mesmo tornar-se frases, como Gay em Ay-gay...

PS. As imagens desapareceram do blog, o último post ficou, assim, sem sentido. Vou tentar resolver isto sem estragar tudo. Ish-way e-may uck-lay!

Latine loqui coactus sum
(Sou compelido a falar latim)

"I think some additional software is in order, to prevent the posting of Latin without a translation"
- Robert Frederking

quinta-feira, junho 26, 2003

Daemoniacus!
(Possuido pelo diabo!)

Um conhecido ex-deputado, latinista, considerava que o Presidente da Assembleia da República da altura era como o Diabo:
Bem vestido, com charme, dinheiro e sabia falar latim!



(atenção! Para o autor deste livro, Leo Strauss - mas porquê que o Pedro Roseta tinha de o trazer à baila? - deve ser um perigoso esquerdista!)

segunda-feira, junho 23, 2003

Bibliomania

Num monólogo famoso, Roger Rosenblatt descreve bem o que é a angústia do bibliómano, no momento de emprestar um livro. Quando nem a presença solene do latim afasta o perigoso visitante.

Aqui está um excerto:

" (...) Can book borrowers be thwarted? There are attempts.
Some hopeful people glue stickers that read EX-LIBRIS to the inside covers (clever drawings of animals wearing glasses, adorable yet pointless, and the name of the owner: "EX-LIBRIS Rosenblattimus") - as if the presence of Latin and the imprint of a name were so formidable as to reverse a motor reflex.
It never works.
(...)
There's no spectacle that is as terrifying as the sight of a guest in your house whom you catch staring at your books. It´s not the judgmental possibility that is frightening. The fact that one's sense of discrimination is exposed by his books. Indeed, most people would much prefer to see the guest first scan, then peer and turn away in boredoom or disapproval. Alas, too often the eyes, dark with calculation, shift from title to title as from floozie to floozie in an overheated dance-hall. Nor that is the worst. It is when those eyes stop moving that the heart, too, stops.

The guest's body twitches; his hand floats up to were his eyes have led it. There is nothing to be done. You freeze. He smiles. You hear the question even as it forms: "Would you mind if I borrowed this book?"

Mind? Why should I mind? The fact that I came upon that book in a Paris bookstall in April 1969 - the 13th, I belive it was, the afternoon, it was drizzling - that i found it after searching all Europe and North America for a copy; That it is dog-eared at passages that mean more to my life than my heartbeat; That the mere touch of it's pages recalls to me as a proustinan shower my first love, my best dreams.

Should I mind that you seek to take all that away? That I will undoubtedly never get it back? Then even if you actually return it to me one day, it will be wizened, you cavalier, and the book spoiled utterly by your mishandling? Mind?

"Not at all. Hope you enjoy it."
"Thanks. I'll bring it back next week."
"No rush. Take your time." [Liar.]"



domingo, junho 22, 2003

Tibi habeo maximas gratias...

...Crítico, pela ajuda com os acentos, e Tânia, por finalmente o meu sitemeter estar onde sempre o quis colocar!Bem hajam!

Lingua Franca

O Crítico Musical, que também coloca títulos em latim nos seus posts (modus vivendi), tem várias coisas muito importantes no seu blog. Uma delas é o facto de conseguir pôr acentos neste template que ambos utilizamos, outra é o link para o escândalo que Alan Sokal causou na revista "Social Text".

Quando muitos escrevem sobre a divisão entre as letras e as ciências, outros há que tentam essa junção à custa de algo muito importante: o rigor e a honestidade. Vale a pena ler o artigo da Revista LinguaFranca: "A Physicist Experiments With Cultural Studies", mas para saber tudo sobre este assunto, que até envolve um renomado "cientista social" português, vá até à página do crítico e siga o link.

PS. Pede-se ajuda para o template! latinistailustre@hotmail.com



Urbi et orbi

O latim está por todo o lado, só nesta semana que passou reparei:

O Dicionário do Diabo escreveu "ARGUMENTUM CARNALIS"; JV do Quinto dos Impérios escreveu AD LUCEM; A Lusitana Antiga Liberdade escreve o brado da restauração (Nos libri sumus, rex noster libert est et manus nostras nos liberaverunt...); O Blog de Esquerda afirma que JPP DIXIT; o Fumaças coloca o poema Rosa Rosae de Carlos Drummond de Andrade; Na Periférica Reddite quae sunt Caesaris Caesari.
No Abrupto, JPP coloca a exclamação do Bispo ante o seu avoengo ("Mitte gladium in vagina") que, não sendo latim, mostra bem como era a dita pronúncia eclesiástica do latim.

E, claro, o Intelligo, que presta um verdadeiro serviço público.


Ainda o Aviz refere a 'ÚLTIMA FLOR DO L�CIO, ou seja a nossa lí­ngua, filha do Latim, como escreveu Olavo Bilac:

Última flor do lácio, inculta e bela,
É’s a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que, na ganga impura,
A bruta mina entre os cascalhos vela...

Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto canglor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!

Ame o teu viço, agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: “meu filho!�
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio da ventura e o amor sem brilho!


(em termos históricos, que para a beleza deste soneto são irrelevantes, a última conquista romana que deu origem a uma língua latina foi a Dácia, que floresceu no romeno, nosso primo) l


Nominis descriptio
(explicação)

Fui questionado por vários blogs sobre qual a tradução das palavras com que os descrevi nos links.

Bellum sine bello é a frase com que Fernando pessoa começa a primeira parte da sua Mensagem, Brasão, que termina precisamente com Valete frates!

Credo quia absurdum significa: Creio, porque absurdo.Pareceu-me ideal para referir o complot.

Felinium proelium é uma guerra de gatos. Este foi o mais difícil, escolhi-o porque na altura os membros do Gato Fedorento estavam em pé de guerra. Continuo à procura de uma expressão latina que traduza o clássico de Phoebe Buffay...

Animula vagula blandula significa almazinha mutável e meiga e provém dum poema de Adriano, em que pergunta para onde irá a sua querida alma, depois da morte. Gosto muito desta frase e pensei-a apropriada para a Voz. Marguerite Yourcenar começa as suas Memórias de Adriano com esta frase. Ainda Ronsard escreve:
"Âmelette Ronsardelette,
mignonnelette, doucelette...
tu descends là bas faibelette,
pâle , maigrelette, seulette"

Claro que a frase mais apropriada seria Vox clamantis in deserto.


quinta-feira, junho 19, 2003

In montes sese Avius abdidit
(meteu-se, errante, pelos montes)

Com alegria, saúdo o blog Aviz, uma verdadeira Avis Alba no nosso panorama nacional. Tenho, no entanto, alguma esperança que as cartas alentejanas não impeçam a entrada de um velho Homem minhoto na blogosfera.
A ele dedico esta tradução inglesa do testamento de Judah ibn Tibbon, um grande tradutor, escrito em França entre 1160­ e 1180,a seu filho Samuel:


"My son, list to my precepts, neglect none of my injunctions. Set my admonition before your eyes; thus shall you prosper and prolong your days in pleasantness! ....

(...) I have honored your by providing an extensive library for your use, and have thus relieved your of the necessity to borrow books. Most students must bustle about to seek books, often without finding them. But you, thanks be to God, lend and borrow not. many books, indeed, you own two or three copies. I have besides made for your books on all sciences, hoping that your hand might find them all as a nest. "
in Jewish life in the Middle Ages, Israel Abrahams. Jewish Publication Society, 1920

Cogito ergo doleo
(Penso logo sofro)

Para quem tem pena de não ter estudado o seu latim:

"I was recently on a tour of Latin America, and the only regret I have was that I didn't study Latin harder
in school so I could converse with those people"
- Dan Quayle


Alium silere quod voles, primus sile.
(Se queres o silêncio dos outros, sê silencioso primeiro - Seneca)

Ao começar a escrever este (pouco) diário pensei que talvez algum leitor aqui pudesse chegar, através de alguma busca bem intencionada. No entanto, a minha curiosidade (ver post Auxilium), levou-me a contactar outros e, assim, ser notado.
O primus inter pares foi o Abrupto, que gentilmente se referiu a este blog com palavras de elogio, que agradeço. Até à referência de JPP, nem o Blogsempt nem o Bloco de notas me haviam referenciado. Continuo, pelos vistos, a não ser detectado pelo blogo no Sapo, logo pelos leitores de JMF.
Agradeço também os comentários e ligações do Valete Frates, do Complot, do Mar Salgado e do Jaquinzinhos. Espero ter referido todos, mas continuarei à procura.




segunda-feira, junho 16, 2003

EX FUMO FULGORE
Assim começa o primeiro discurso do The Spectator, essa maravilhosa aventura da literatura, que inaugura o ensaio periodico.
Aproveitei o 14e Quais aux Libres, de uma pequena cidade francesa ( de onde escrevo, por isso nao tendo acentos!) para comprar a traduçao francesa desta obra (6e edition - 1744) com duas gravuras incluindo um retrato de Sir Richard Steele.



Possuo ja uma ediçao inglesa, séc. XIX, mas sem gravuras.
Curiosamente, passei varios anos à procura desta obra completa e, depois de a adquirir, encontro ente ano duas à venda em lisboa! (se alguém estiver interessado, por favor escreva para latinistailustre@hotmail.com para eu dar a informaçao)
Espero, no futuro, escrever um pouco sobre os ensaios e o Spectator Club.


sábado, junho 14, 2003

BEATI POSSIDENTIS
(Felizes os que possuem)

Esta frase de Eurípides, rapidamente desmentida pelo Sermão da Montanha (Beati pauperes), evoca bem o meu sentimento ao regressar hoje da Feira do Livro. Subi o Parque para comprar a nova Odisseia e saí carregado com livros que nunca vi, durante todo o ano, nas livrarias por onde passo. É abismante a quantidade de livros publicados, mas é frustante saber que nunca vamos ver, nas montras, muitos livros que podem interessar.
Não é de pasmar que os clássicos sejam considerados um pequeno nicho de mercado, não é sequer um problema português, acontece o mesmo nos outros países (em França menos, mas isso é pelo esforço de uma editora específica), mas que não se conheçam sequer os títulos?

(cena passada no CC Vasco da Gama)
- Desculpe, tem alguma tradução da Retirada dos dez mil de Xenofonte?
- Dez mil quê? ah! é sobre racismo?

Obstupui! steteruntque comae et vox faucibus haesit!

RARA EST... CONCORDIA FORMAE ATQUE PUDICITIAE
(Raro é encontrar a beleza com a castidade)



Claro que esta frase de Juvenal (?) é uma provocação para qualquer feminista que se preze, mas é-o também o filme donde retirei a fotografia que coloquei: Férias em Roma.

Acabei de o rever e não consigo deixar de pensar como seria impossível realizar um filme destes hoje em dia! Um princesa que depois de descobrir o mundo, de aprender a vestir-se sozinha, dançar com barbeiros e apaixonar-se por um jornalista... decide escolher o seu dever, cumprir as suas obrigações para com o "seu povo". Parece inaudito! Mais incrível, só mesmo o facto de o repórter (e o colega paparazzi) não publicar as fotografias comprometedoras que tirou.

Se Diana tivesse visto o filme, quando era nova, em vez de ler os romances da madrasta, talvez um outro mundo fosse possível!

quarta-feira, junho 11, 2003

AUXILIUM!

Ao arrumar as estantes encontrei alguns volumes, da década de 50, da revista "Chercheurs et Curieux". Esta revista está dividida em Questions (onde os assinantes colocavam as dúvidas) e Réponses (onde outros leitores concorriam para a resposta). Os temas vão da história à literatura, mas grande parte é composta por simples curiosidades.
Existirão na net, porventura, alguns sites ou chats, com esta vocação. Talvez também os blogs a possam cumprir. ..
Tenho uma dúvida político-literária em que talvez a Montanha, os textos de contra-capa ou o Abrupo me possam ajudar!
Na primeira página do Enquête sur la monarchie, de Maurras, aparecem as seguintes siglas:


O. S. P.

P. T. E. M.

V. N.

N. V. M.

S.

Alguém sabe o que significa?
Agradecem-se respostas para latinistailustre@hotmail.com

segunda-feira, junho 09, 2003

"POST POELIA PRAEMIA."
(depois da batallha, o prémio)

O nosso primeiro ministro, dizem-me os nossos fiáveis diários, foi a Washington receber o prémio da batalha. Curioso o tom de cinismo em relação a estas notícias, como se a política não fosse uma negociação fria de interesses...Para os repórteres-comentadores a questão, parece, ainda é a seguinte: afinal Portugal apoiou a guerra porque acreditava ou porque precisava?
Sem sair desta estrutura mental, que "acha que" as acções e intrevenções internacionais se devem pautar por ideais, ficámos sem saber a verdadeira notícia: O apoio português foi, é, devidamente reconhecido? O "prémio" é insuficiente, proporcional ou generoso?

domingo, junho 08, 2003

Cum catapultae proscriptae erunt tum soli proscripti catapultas habebunt
(Quando as catapultas forem proscritas, só os proscritos terão catapultas)

Este é mais um divertido exemplo de como parodiar um soundbite!
Partindo do "motto" da N.R.A. (when guns are outlawed, only outlaws wil have guns) consegue-se uma ironia nada subtil, ao mostrar com o anacronismo do latim, o anacronismo da pretensão "às armas"!

segunda-feira, junho 02, 2003


Atque memento, nulli adsunt Romanorum qui locutionem tuam corrigant. (Lembra-te, não há romanos para corrigirem a tua pronúncia)

Mais um exemplo de como algumas frases são, de facto, clássicos!

Quid agis, medice?- What's up, Doc?
Dic mihi solum facta, domina - Just the facts, ma'am
Re vera, cara mea, mea nil refert - Frankly my dear, I don't give a damn
Illius me paenitet, dux - Sorry about that, chief
Tuis pugis pignore! - You bet your bippy!
Diabolus fecit, ut id facerem! - The devil made me do it!
Osculare pultem meam! - Kiss my grits!
Credidi me felem vidisse! - I tought I taw a puddy tat!
Si fallatis officium, quaestor infitias eat se quicquam scire de factis vestris - If you fail, the secretary will disavow all knowledge of your activities
Te capiam, cunicule sceleste! - I'll get you, you wascally wabbit!
Conlige suspectos semper habitos - Round up the usual suspects
Certe, toto, sentio nos in kansate non iam adesse - You know, Toto, I have a feeling we're not in Kansas anymore

Names and Titles

Translations of the names of some famous bands and television shows.

Cimictus The Beatles
Inlecebrae The Temptations
Lapides provolventes The Rolling Stones
Ille quis The Who
Mortui grati The Grateful Dead
Simitatores The Monkees
Pueri litoris The Beach Boys
Illi silices The Flintstones
Zona crepusculi The Twilight Zone
Opus: quod fiere non potest Mission: Impossible
Dies felices Happy Days
Navis amoris The Love Boat
Iuvenes inquietesque The Young and the Restless
Pretium iustum est The Price is Right



"Vidistine nuper imagines moventes bonas?"
(Tens visto algum bom filme?)

Algumas frases imortais, traduzidas para uma língua morta:( A origem está aqui)

Obesa cantavit. ~ The fat lady has sung.

Tu, rattus turpis! ~ You dirty rat!

Age. Fac ut gaudeam. ~ Go ahead. Make my day!

Vale, lacerte! ~ See you later, alligator!

Lege et lacrima. ~ Read it and weep

Veni, vidi, nates calce concidi. ~ I came, I saw, I kicked ass.

Tu es vermis. - You are a worm

Ainda podemos acrescentar:
Sit Vis vobiscum: que a Força esteja contigo!
Me transmitte sursum, caledoni, Beam me up, Scotty!



SCAENA... SERVIENDUM EST!
Um dos meus personagens favoritos do Astérix é o velho pirata. Sempre com uma citação latina na ponta da língua, enquanto a galera se afunda, sempre uma sentença inútil mas necessária. Por outro lado, uma das minhas colunas preferidas tem sido a que Peter Jones mantém na revista Spectator ...
... Assim, desde que li no Público a coluna de JPP, tenho reunido forças e paciência (Domus doctus!)para conseguir escrever um blog (TelaLibellus?), juntando o personagem e a inspiração, com a certeza que as frases latinas continuam tão vivas, hoje, como quando eram usadas por verdadeiros latinistas ilustres.
São sentenças já julgadas pelo tempo, preconceitos concerteza, clichês no mínimo, mas talvez esta blogo Sphera seja, nos nossos dias, o local indicado para rem publicam lugere.
Desta forma, Currenti Calamo, aqui me encontro.


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